Categoria "culinária"

Aceita um capuccino?

Em 20.07.2015   Arquivado em culinária

Ir ao mercado comprar capuccino sempre dá um aperto no peito. Encontro nas prateleiras vários sabores e marcas dessa bebida maravilhosa, mas o preço dificilmente muda entre uma e outra e este, infelizmente, não é tão gostoso quanto a mercadoria.

Como é complicado pagar quase dez reais em um pote de 200g (essa quantidade não dá nem pro cheiro, poxa) com frequência, aqui em casa nós decidimos preparar o nosso próprio capuccino. É super fácil de fazer, sai bem mais em conta, rende muito e é tão gostoso quanto aqueles que compramos prontos. Se você tá afim de aprender como faz, continue lendo o post <3



– 100g de café solúvel
– 200g de leite em pó
– 200g de achocolado
– 500g de açúcar refinado
– Uma colher de sopa rasa de bicabornato de sódio



Todos os ingredientes são secos, então basta colocá-los em um recipiente e misturá-los com uma colher. Aqui em casa nós costumamos intercalar por cores: primeiro um branco, depois um marrom, branco, marrom. Mexe, mexe, mexe e tá pronto.

O bom dessa receita é que ela é bastante adaptável. Se você prefere um capuccino menos doce e com o sabor do café mais acentuado, basta diminuir/aumentar a quantidade desses ingredientes quando for fazer. Acrescentar canela também é uma opção.

Essa receita que apresentei a vocês encheu um pote de 2 litros e, com exceção do café solúvel, restou ingredientes pra mais um pote. Fazendo os cálculos, essa belezura pra lá de gostosa custou R$ 12,50 e dura pra caraaaaaaca. Agora com licença, pessoal, que tá na hora de beber o capuccino que acabei de preparar!

Duba, duba, eu adoro esse sanduba, duba!

Em 11.06.2015   Arquivado em culinária, Viagens

Não consigo resistiiiiiir, a um hambúrguer de si- não, pera.

Uma mania que me deixa louca: ficar pensando em determinada comida quando estou com muita vontade dela. Não sei se ainda estarei assim quando esse post for ao ar (espero que não porque, urgh, é muito chato!), mas nesse momento eu estou salivando por um hambúrguer. Sim, eu poderia ir a alguma lanchonete acabar com essa lombrigueira, concordo, mas a verdade é que eu não encontro aqui em Campo Grande o sanduíche que tá mexendo com a minha gula. Ele está lá em São Paulo.

Quando visitei a cidade pela primeira vez, no ano passado, Anny e Tams montaram um pequeno roteiro de lugares que eu precisava conhecer em uma única tarde e um dos pontos selecionados foi a Hamburgueria do Sujinho. Além do cardápio de sanduíches prontos, lá eles também dão ao cliente a opção de que o próprio monte o seu lanche e foi exatamente isso o que fizemos.

Como eu não conhecia a lanchonete, fui nas opções que, pra mim, não teria erro: hambúrguer, cheddar, bacon e, seguindo o conselho de Tams, a maionese especial da casa. Tudo acompanhado com milkshake de nutella.

Gente.

Ô geeeeeente.

Tava bom demais da conta! Fiquei desejando aquele lanche loucamente ao voltar para Campo Grande e, quando Raffs perguntou o que queríamos fazer em São Paulo em fevereiro desse ano, logo sugeri que voltássemos no Sujinho.

Pois bem, voltamos.

Era noite, estava fresquinho e chovia um bocado quando eu, Dry, Raffs e Mendi chegamos na lanchonete. Meu estômago estava pra lá de feliz; praticamente dançava a conga aqui dentro. A espera por aquele momento, ela era muita!

Sentamos, fizemos nossos pedidos e aí, gente, bateu aquele frio no coração: eu não lembrava que lá o pagamento é apenas em dinheiro. Não sei como as coisas estão hoje, mas até aquela noite, pelo menos, eles não aceitavam cartão. E aí, será que eu tinha colocado a bufunfa na carteira? Dúvida. Tava com um medo enorme de andar com cédulas por São Paulo, então… é, havia a possibilidade de ter apenas o cartão na bolsa.

Será que eu teria como pagar a conta depois?! Ótima pergunta. Mas preferi não me torturar com esses pensamentos, até porque o garçom chegou com as batatas que Raffs tinha pedido e o cheiro que vinha delas era forte demais para ser ignorado. Se tivesse que lavar louça, que fosse por um bom motivo!

Não lembro agora se os milkshakes vieram antes ou depois das batatas, mas quem liga? O importante é que eles estavam ali. Nutella e morango, bem gelados e docinhos <3

Aí ele chegou. Pão, hambúrguer, cheddar, bacon, maionese especial. Exatamente como na primeira vez. O coração palpitou, o estômago roncou, a boca salivou. Foi aquele momento de emoção pura, onde eu matava aquelas que estavam me matando: a fome e a vontade. Devo dizer que estava mais salgado do que na outra vez, mas isso não foi problema. Eu estava satisfeita com o meu pedido.

Agora eu estou aqui desejando esse negócio, de novo. Ainda não acredito que tô escrevendo um post única e exclusivamente para dizer isso, mas é sério. Eu quero aquele hambúrguer (e as batatas e a maionese especial e o milkshake). Tá permitido abrir uma franquia aqui em Campo Grande, viu? Não vou achar ruim.

P.S.: Não lavamos louça. Tinha dinheiro na carteira, sim.