Categoria "Viagens"

Stand Up Paddle em Corumbá

Em 27.12.2016   Arquivado em Viagens

Lembro que Corumbá não tinha grandes atrativos pra quem morava na cidade, quando eu ainda estava por lá. Não tô brincando ou exagerando ao dizer isso, sério mesmo; pra vocês terem uma ideia, o boliche chegou por lá no ano em que fui embora (2007) e tirando isso, só restava sorveteria e passear pela avenida General Rondon (tinha também uma ou duas boates se não me falha a memória, mas olha bem pra cara da Nicolle de 13 anos e vê se ela frequentava esses lugares. Quá). Bem interior! Qual não foi minha surpresa quando me deparei com grandes franquias em minha última visita? Mais do que isso! Temos, agora, alguns programas diferentes também como a possibilidade de praticar o esporte Stand Up Paddle (SUP).

Adorei a ideia quando Liih sugeriu de irmos, assim que começamos a planejar minha viagem. Ficar equilibradinha em uma prancha com um remo em mãos, isso tudo no rio? MASSA! Um lado meu tava bem receoso em fazer isso já que não sei nadar e meu pai então, tadinho, ficou apavorado quando contei o que faríamos, mas medos à parte a vontade de ir prevaleceu e falou mais alto.

Pois fomos. Jéssica no volante, eu, Liih e Paola na carona. Fomos. Não lembro quanto pagamos pelo aluguel dos equipamentos, mas nos foi passado duas pranchas, dois remos e, pra mim, um colete salva-vidas também (falei que não sei nadar, né). Diferente de como pensei que seria, não tinha instrutor ou alguém à postos caso o pior acontecesse, então foi tudo na raça mesmo. Amarra a cordinha da prancha no tornozelo segura na mão de Deus e vai.

Não foi fácil como pensei que seria hahahaha Cara, ficar equilibrada na prancha é um exercício complicado, tanto é que não consegui ficar em pé, não. No máximo de joelhos, só que cansei e terminei sentadinha mesmo enquanto remava de um lado pro outro me sentindo A Aventureira. Mas de verdade? É, ao meu ver, uma ótima maneira de trabalhar isso (o equilíbrio, digo).

É preciso ter cuidado, também, muito cuidado meeeeesmo. O rio é traiçoeiro, gente. Você pensa que tá tudo bem, tudo de boa, e quando percebe tá mais longe do que imaginava e a correnteza continua te arrastando. Confesso: nessa hora o coração deu uma gelada, porque, apesar de estar me divertindo, eu não tava me entendendo direito com o remo. Fiquei sem saber pra que lado remar pra conseguir voltar pra beira. A sorte é que eu tava perto de um dos barcos que estavam atracados por ali e ele tava preso por uma corda. Me segurei ali e fui puxando, até que a distância entre prancha e beirinha foi diminuindo. UFA!

Eu gostei muito da experiência! Minha grande observação para aquele espaço em específico é que poderia ter um instrutor disponível (ficando com as pessoas o tempo todo, sabe?), mas no geral é um esporte que eu recomendo e inclusive sinto vontade de praticar de novo; uma pena que aqui em Campo Grande não tem (e se tem eu não tô sabendo hahah). Torcendo para que outra oportunidade apareça!

E esse foi o segundo e último post sobre a viagem para Corumbá, pessoal. O primeiro foi esse aqui onde mostrei um pouco do Porto Geral através do ensaio que fiz com Liih. Ainda tem, também, outras pautas que quero trabalhar (tem dois projetos muito, muito, muito bacanas na Cidade Branca), mas fica pra próxima visita. Mais uma vez, Liih, obrigada pelo convite e por ter tirado as fotos que em que eu apareço, neste post <3

Ah, uma observação importante! Este post foi feito com base na experiência que tive no ano passado, 2015. Pode ser que as coisas estejam diferentes hoje.

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Quase-pôr-do-sol no Espigão

Em 20.05.2016   Arquivado em Viagens

Ir ao Espigão foi uma das últimas coisas que fiz em São Luís. Era fim de tarde de segunda-feira e Mendi queria muito que eu assistisse o pôr-do-sol naquele ponto da cidade. Segundo ela, é um dos melhores lugares de lá para apreciar essa paisagem.

Mendi já tinha falado sobre aquele espaço algumas vezes, mas a imagem que eu formei na minha cabeça não era nem um pouco parecida com o que os meus olhos encontraram quando chegamos. Na minha imaginação eu simplesmente não tinha incluído o mar e lá estava ele sendo o plano de fundo, deixando tudo ainda mais lindo. Imenso, escuro, as ondas mais agitadas do que aquelas que encontramos em Araçagi batiam contra as pedras que nos cercavam.

Mas aquilo que nós encontramos não era exatamente o que pretendíamos ver. Tínhamos ido para assistir o pôr-do-sol, mas… onde estava o sol? Nuvens, por que vocês decidiram esconder o sol?! O céu estava acinzentado, o vento fresco nos rodeava. A chuva chegaria a qualquer momento, sabíamos bem.

Isso, no entanto, não foi motivo para nos levar de volta para o carro. Na-na-ni-na-não!! Tirei a Espeon da bolsa e começamos a caminhar pelo Espigão. Segue abaixo um pouquinho do que capturei durante o passeio!



As pessoas que moram nesses prédios tem uma vista e tanto, hein?



Pensa que lindo deve ser fotografar um ensaio na praia? *-*
Entrou pra minha Espeon list!

Essa foto foi tirada por Mendi. Nessa hora eu estava há alguns poucos metros de distância, porque né, esse bichinho poderia dar a doida e voar/pular/se jogar em cima de nós duas. Tenho medo mesmo!!

Esse foi o nosso limite. O tempo já estava bem fechado e, como estávamos distantes do carro, preferimos dar meia volta e correr antes que a chuva começasse a cair. E corremos. E corremos. E ficamos sem ar na metade do caminho. Isso que dá ser sedentária! Hahahahah

Segunda-feira, 18 de maio de 2015. Mais um dia que guardo com muito carinho na memória e no coração. Esse foi o último post sobre a viagem que fiz a São Luíz, no ano passado. Caso queiram conferir os outros, tó aqui os links: Primeira parada: UEMA, Arte em tela, Mundo de água salgada!

Muito obrigada por tudo, Mendi! Só acho que agora eu tenho que voltar pra conferir se esse pôr-do-sol é mesmo lindo assim, hein.

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