POR DEUS, Nicolle!

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Amigos desde a barriga: a festa de 35 bebês!

Setembro começou com festa de aniversário coletiva. Dia de comemorar a união de 35 mamães e a vida de seus bebês!

Tudo começou com um curso de gestantes da UNIMED, em 2015. Através de uma lista passada durante um dos encontros, 39 mulheres entraram em contato umas com as outras e começaram a compartilhar em grupo suas experiências enquanto grávidas, além de auxiliar e apoiar as colegas sempre que necessário. Assim nasceu uma grande amizade. Juntas elas assistiram os bebês chegarem ao mundo, dividiram as vivências sendo mães de recém-nascidos, marcaram vários encontrinhos ao longo do ano (viva a licença à maternidade!) e participaram, também, do primeiro aninho de cada pequeno, mas eis que neste ponto surgiu uma questão: difícil convidar o grupo inteiro para cada festa de aniversário.

Como resolver? Que tal organizar uma festa coletiva para celebrar a vida dos bebês?! Assim começou o planejamento de mais um projeto incrível, este sendo possível graças à união e companheirismo existente entre as mamães.


Foram meses planejando o momento. Juntas, as mamães correram atrás de buffet, decoração, doces personalizados e as pessoas que seriam as responsáveis por fazer os registros do dia mais do que especial, os fotógrafos. Como ficaria inviável contratar uma única equipe para cuidar dessa função, elas decidiram se dividir em grupos e cada um iriam em busca de um profissional para tirar as fotos de seus bebês. Para a minha alegria, a POR DEUS, Fotografia! foi uma das contratadas e eu fiquei com a missão de fotografar 6 dos 35 aniversariantes.

Essa foi a primeira vez em que fiquei responsável por tantos aniversariantes e devo dizer que amei a experiência. Nós, fotógrafos, recebemos um cronograma com as informações de quando cada equipe poderia fotografar no hall de entrada e na mesa da decoração, tudo bem explicadinho, mas acabou sendo muito mais do só chegar e tirar fotos. Convenhamos: nunca é apenas isso. Cada evento se destaca em nossos corações com alguma particularidade, e este acabou se revelando em muitos pontos. O primeiro deles foi ver um projeto desse porte acontecendo, tudo graças à amizade das mulheres que compõe o grupo.


Agora começa a explicação do meu segundo motivo! Não foi a primeira vez que registrei um capítulo da vida de três bebês que compunham o meu sexteto. A Laís foi quem chegou primeiro pra mim, isso quando ainda estava sendo gerada pela Carol lááááá em 2015! Com ela já tivemos chá de bebê, ensaios e até o casamento civil da Carol (que foi também a ocasião em que vi Laís depois de nascida) ❤


O Lorenzo chegou em 2016 e o Arthur veio esse ano mesmo, mas em fevereiro. Os dois me deram o presente de registrar a comemoração de seus aniversários de 1 aninho. Poder fotografar mais um momento da vida desses bebês é algo que não tem preço, e eu vou agradecer eternamente à fotografia por me proporcionar a experiência de ver pequenos como esses 3 crescendo ❤




Conhecer o Gabriel, o Heitor e o Ivan também compõe a minha listinha pessoal. Uma vez que fotografo um bebê, ele se torna parte da minha vida e com eles isso não seria diferente, de jeito nenhum. Agora são membros da família PD,F! ❤



Por último e não menos importante, foi ter a oportunidade de fotografar ao lado de pessoas tão bacanas! O Júnior já é meu velho conhecido e também um dos fotógrafos que mais admiro aqui em Campo Grande. Já a Vanessa e o Kelvin eu conheci durante a festa e acabaram contribuindo com uma das minhas certezas: a nossa Cidade Morena conta com ótimos profissionais na área da fotografia!

O aniversário dos 35 bebês foi registrado pelas lentes de POR DEUS, Fotografia!, Junior Assunção Fotografia, Studio Klin e Kids Fotografia e Artes.

Neste momento estou transbordando de gratidão. Muito obrigada a Scharlene, Carol S., Carol L., Sheila, Iris e Gisele por terem confiado em mim para registrar esse dia. Foi uma das minhas experiências mais incríveis enquanto fotógrafa e pessoa ❤

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Um ensaio no Porto Geral de Corumbá

Vamos adotar os filhotinhos da Momo?

Quatro gatinhos vieram ao mundo no dia 31 de agosto, quinta-feira.

Ela vivia na rua quando apareceu no condomínio onde moro. Toda noite escutávamos um miadinho fino, alto e agudo, um som que beirava o desespero. Quando saíamos pra ver o que estava acontecendo, não encontrávamos gato nenhum. Até que um dia ela resolveu dar as caras. Inicialmente ficava só em cima do muro, descia apenas quando colocávamos ração em um potinho e, meu Deus, eu nunca vou esquecer da primeira vez que vi essa peludinha comendo. Ela não respirava. Engolia os grãos quase sem mastigar direito como se a vida dependesse disso, e esse não era o único sinal de que tava sofrendo de fome. As costelas se destacavam naquele corpinho pequeno e magrelo.

As visitas da gatinha passaram a ser frequentes e então ela ganhou nome: Momo. Quando viu que estava segura com a gente, se mostrou dócil, fácil de pegar no colo e sim, extremamente carinhosa, aquela que se apoia em você e dorme por horas a fio. Mas Nana, Kisa e Mimi (as minhas gatas) não aprovavam a presença da recém chegada. A própria Momo sentia que não era bem-vinda entre as outras três. Quando não estava na cama sob a proteção da minha mãe, ficava encolhida em um canto da cozinha com medo de apanhar.

Infelizmente Momo não se adaptou à nossa casa, mas o condomínio onde estamos conta com outras residências e as moradoras de uma delas acolheram a siamesa. Até ontem, 31 de agosto, Momo era a única gata lá. Hoje, contando com ela, são cinco gatinhos.


Momo ficou barrigudinha. As coisas aconteceram tão rápido que eu sequer a vi grávida — hoje só escutei os gritos das vizinhas que vieram bater aqui em casa desesperadas, porque elas não estavam entendendo o que tava acontecendo com a gata. A nossa siamesa tava em trabalho de parto, afinal ❤ Esse das fotos acima foi o primeiro nenê! Já chegou esfomeado, como podem ver. Enquanto os outros (que vocês vão ver já já!) pareciam mais perdidos do que cego em tiroteio titubeando dentro da caixa de papelão, o cinza fazia o possível pra não parar de mamar (será virginiano com ascendente em touro?! hahahah)


Na sequência: dois branquinhos em uma tacada só ❤ É incrível como eles parecem muitas coisas quando acabam de sair da barriga, e "gato" não é uma delas. Ainda assim, achei a coisa mais linda do mundo *-* Foi emocionante ver esses bichinhos saindo de dentro da mamãe deles (será que chorei?).


Aí foi a vez do meu sinal de sorte chegar *-* Toda a vida desejei ter uma gatinha preta. Quando minha mãe comentou que a Momo tava esperando bebê, voltei a tocar na tecla da gata preta e que se um dos filhotinhos fosse, seria meu. Só que nos achávamos que a possibilidade disso acontecer era quase inexistente! Momo é siamesa e o gato que provavelmente é o pai, um que fica rondando o condomínio direto, é vira-lata, meio rajado. Quais as chances de vir um todo preto? Pois veio. Foi o último a chegar, a rapinha do tacho ❤

Momo foi maravilhosa! Tudo aconteceu de forma bem tranquila, cerca de 15 minutos separando a chegada de um e outro (exceto dos branquinhos, que vieram juntos). Eu acho incrível como instinto é uma coisa poderosa e eles simplesmente sabem o que fazer em situações que nunca viveram antes. Tá sendo lindo ver como ela cuida dos quatro ❤

Por enquanto não sabemos quem é fêmea e quem é macho, e eles não podem ser levados pra outro lugar até segunda ordem (precisam receber muitos cuidados dessa mamãe fofa antes de ganharem uma nova casinha), mas se alguém daqui de Campo Grande (MS) já tiver interesse em chamar um desses peludinhos de seu, é só comentar e a gente conversa!

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